terça-feira, 30 de junho de 2009

Jornalista Roberto Cabrini

"é necessário ousadia mas com responsabilidade para fazer as melhores reportagens" diz o jornalista Roberto Cabrini.



Francisco Roberto Cabrini é um jornalista de televisão brasileiro. Foi correspondente internacional da Rede Globo em Londres e Nova York, ganhou os principais prêmios como repórter investigativo (APCA, Líbero Badaró, Imprensa e Vladimir Herzog) e cobriu seis guerras.
Após passagem pelo SBT, novo retorno à Globo e passagem pela Band, Cabrini hoje é contratado da Rede Record.
Começou aos 16 anos de idade em uma rádio do interior de São Paulo e, aos 17, foi contratado pela TV Globo como o repórter mais jovem do telejornalismo de rede do país.
Em 28 anos de carreira, Roberto Cabrini cobriu seis guerras internacionais (Afeganistão, Iraque, Palestina, Camboja, Caxemira e Haiti); participou de cinco Olimpíadas e cinco Copas do Mundo; foi correspondente por oito anos - quatro deles em Londres e quatro em Nova York - além de realizar coberturas em mais de 50 países. Fez uma entrevista exclusiva com o ex Secretario do Tesouro do governo Fernando Collor, Paulo Cesar Farias, em Londres.
Também foi Roberto Carini quem noticiou, ao vivo, pela TV Globo, o óbito do piloto Ayrton Senna em maio de 1994. Cabrini cobria o GP de fórmula 1 de Ímola, na Itália, e foi a Bologna acompanhar a sequencia dos fatos e entrou em plantão ao vivo para noticiar o fato, dizendo: "Morreu Ayrton Senna da Silva. Uma notícia que a gente nunca gostaria de dar. Morreu Ayrton Senna da Silva.".
Atualmente o jornalista Roberto Cabrini está trabalhando na Rede Record, realizando as reportagens investigativas para seu programa Reportér Record. Roberto Cabrini diz que é necessário ousadia mas com responsabilidade para fazer as melhores reportagens. Ousadia e responsabilidade pautam o trabalho do jornalista.




Ludimila Rodrigues.

Condições básica para o trabalho do Jornalista Investigativo


Para que um jornalista investigativo consiga cumprir a sua função social, ou seja, mostre à sociedade as moléstias que as debilitam, são necessários quatro elementos básicos: que as instituições estatais garantam que as moléstias expostas sejam sanadas; que o repórter trabalhe num contexto social democrático; que o repórter, durante o processo investigativo, trabalhe sob a égide da ética; e, por fim, que as empresas de comunicação em uma situação econômica estável, independam de instituições públicas e privadas.
O jornalismo investigativo se propõe a reconstituir acontecimentos importantes, expor injustiças, informar os eleitores sobre política, principalmente sobre suas intenções e atuação, promover reformas, desmascarar fraudes, divulgar o que os poderes públicos querem ocultar, mostrar como funcionam esses organismos.
Para que o material jornalístico possa ser considerado uma investigação, terão de ser cumpridos três requisitos:

1. Que a investigação seja resultado do trabalho do jornalista e não elaborado por outros profissionais;

2. Que o objeto da investigação seja realmente importante para uma grande parte da população e não apenas para os interesses de um grupo com especial curiosidade;

3. Que os investigados tentem esconder os dados do público.
Ludimila Rodrigues.

História do Jornalismo Investigativo


No início do século XX, o repórter era a nova figura do jornalismo, já no final do século, o jornalista investigador foi sintetizado a mítica da profissão construída pelos próprios jornalistas.
Nos anos de 1950/1960 o ponto de vista da construção do jornalista como comunidade interpretativa, era importante para mostrar o jornalismo como lugar natural da objetividade.O jornalismo investigativo “objetivo, imparcial e neutro”, foi enfatizado a partir dos anos 1970, sendo favorecido pelos limites impostos durante o período militar, uma vez que se distanciar da opinião passou a ser uma espécie de prerrogativa, muitas das vezes, para a própria sobrevivência.


"Cinco homens presos na noite de 16/6/72 tentando instalar aparelhos eletrônicos de espionagem no comitê do Partido Democrata, no Edifício Watergate, em Washington. Investigando o caso, os dois jornalistas chegam à Casa Branca. Em março de 73, James McCord, um dos cinco detidos, rompe o silêncio e envia ao juiz John Sirica uma carta repleta de acusações. MaCord era da CIA e coordenador do comitê para reeleição de Nixon. A partir desta carta, a insistente investigação dos dois reportes começou a ganhar credibilidade. Em 74, renúncia de Nixon, sob ameaça de acusação pública. *LOPES, Dirceu F. e Proença (org) Jornalismo Investigativo. SP, Publisher do Brasil 2002)"



Ludimila Rodrigues.

Jornalismo Investigativo

Ainda que o termo “jornalismo investigativo” - tradução de investigative jornalism, termo usual entre os norte-americanos - seja amplamente usado e aceito entre os profissionais da imprensa norte-americana, no Brasil ele ainda encontra resistência nos veículos de comunicação impressos. Para muitos profissionais, tanto das gerações mais velhas quanto das mais jovens, o termo é redundante, pois todo jornalismo pressupõe uma investigação.
O jornalismo investigativo (ou investigação) se destaca por transmitir informações sobre más condutas que atinjam o interesse público, resultando as “denúncias”, do trabalho dos reportes e não mais das informações “vazadas” para as redações. Porém, ele não se diferencia do jornalismo interpretativo pelo formato do texto ou pela apresentação gráfica da reportagem, mas pelo processo de trabalho profissional, pelas táticas que ele utiliza na fase de averiguação.
O fato de um texto jornalístico conter estatísticas, cifras, porcentagens econômicas, documentação e declarações, não o define como Jornalismo Investigativo, já que todas essas informações podem ter sido obtidas de uma fonte oficial, extraída de documentação ou entregue em forma de press-release (na prática, uma declaração pública oficial e documentada do assessorado). O texto jornalístico, só se tranforma em jornalismo investigativo quando o repórter utiliza técnicas e estratégias peculiares, que não fazem parte da rotina dos jornalistas da atualidade, e quando torna público acontecimentos que grupos de poder querem esconder da sociedade.
O crescimento do joralismo investigativo se deve, não só ao jornalista investigador, mas também a um grupo de pessoas que contribuem para que estes tenham acesso às informações, bem como ao estimulo dado a ele. Como por exemplo, a entrega de prêmios por matérias que demostrem as melhores capacidades investigatórias e apresentação dos fatos.
Na verdade, o jornalismo investigativo pode ser proveitoso para a sociedade, todavia, por vezes, torna-se conflitante com os objetivos da administração pública e se sobrepõe aos valores do particular, esbarrando no conceito moral e ética.




Ludimila Rodrigues.

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Não fui eleito para limpar as lixeiras da Casa, diz Sarney


"Quero dizer à Casa que fique tranquila. Ninguém vai acobertar ninguém. Vamos punir. Estamos fazendo isso. Já abrimos inquéritos, colocamos na Justiça. Abrimos sindicância para apurar estes fatos", afirmou o presidente do Senado.

O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), afirmou nesta segunda-feira (22) que não foi eleito para "limpar as lixeiras da Casa", mas para presidi-la politicamente. A afirmação foi feita em resposta ao discurso do senador Arthur Virgílio (PSDB-AM), que atacou ex-diretores e cobrou atitudes de Sarney.
"Julguei que fosse eleito presidente para presidir politicamente a Casa e não para ficar submetido a cuidar da despensa da Casa ou para limpar as lixeiras da cozinha da Casa", disse Sarney.
O peemedebista disse que estão sendo tomadas medidas para resolver a crise do Senado e garantiu que ninguém será "acobertado". Desde o início da atual legislatura, Casa já foi alvo de 18 denúncias.
"Quero dizer à Casa que fique tranquila. Ninguém vai acobertar ninguém. Vamos punir. Estamos fazendo isso. Já abrimos inquéritos, colocamos na Justiça. Abrimos sindicância para apurar estes fatos", afirmou o presidente do Senado.
O presidente da Casa destacou que os ex-diretores Agaciel Maia e João Carlos Zoghbi foram afastados por ele logo após o surgimento de denúncias. Enfatizou também o inquérito da Polícia do Senado que indiciou Zoghbi por supostas fraudes em convênios para a realização de empréstimos consignados para servidores da Casa.
Ele enfatizou a abertura de sindicâncias para apurar o escândalo dos atos secretos. Ressaltou também a auditoria externa e o pente-fino que, segundo ele, será feito na folha de pessoal da Casa. Disse também que um "portal da transparência" divulgará todos os dados relativos a gastos na Casa.

Ludimila Rodrigues.

domingo, 21 de junho de 2009

Após empate, cidade americana decide eleição em jogo de cartas

Fonte: g1, planeta bizarro

'Que jeito de ganhar --ou perder-- uma eleição', disse McGuire. Constituição permite que eleição seja decidida em jogo de azar.


A cidade de Cave Creek, no estado do Arizona (EUA), gosta de manter a tradição. E, por isso, após o empate na eleição para uma cadeira para a Câmara de Vereadores, a vaga foi decidida em um jogo de cartas, segundo o jornal "New York Times". Adam Trenk, de 25 anos, ficou com a vaga na Câmara Municipal de Cave Creek, após tirar um rei de copas, enquanto seu adversário, Thomas McGuire, de 64, conseguiu um seis de copas. O juiz George Preston foi o responsável por embaralhar o baralho --fez isso seis vezes.
A cidade de Cave Creek, que tem por volta de 5 mil habitantes, não tinha conseguido definir um vencedor entre Trenk e McGuire no pleito tradicional. Depois de uma recontagem, cada um recebeu 660 votos. Por isso, a cidade optou pela tradição para escolher o futuro vereador.
"Que jeito de ganhar --ou perder-- uma eleição", disse McGuire.
O cantor de música country Marshall Trimble é uma das pessoas favoráveis ao método utilizado para decidir o pleito. "Somos muito ligados às nossas raízes, ou pelo menos nós gostamos de pensar assim", afirmou ele.
Segundo o "New York Times", a constituição do estado permite que uma eleição seja decidida em um jogo de azar. Além disso, os dois candidatos concordaram com um jogo de cartas.



Ludimila Rodrigues.

Coreia do Norte acusa Presidente dos Estados Unidos de fomentar uma guerra nuclear

Fonte: Publico
A Coreia do Norte acusou hoje o Presidente Barack Obama de fomentar uma guerra nuclear contra ela, ao reafirmar o compromisso com Seul, noticia a imprensa estatal de Pyongyang. desafio nuclear lançado pela Coreia do Norte à comunidade internacional, bem como o seu compromisso em garantir a segurança do grande aliado sul-coreano.
Obama garantiu igualmente que zelará por uma
Obama e o seu aliado sul-coreano, o Presidente Lee Myung-bak, "tentam desencadear uma guerra nuclear", escreveu o semanário norte-coreano "Tongil Sinbo", na sua edição de hoje, na primeira resposta oficial à cimeira Estados Unidos-Coreia do Sul da semana passada.
"Não é uma coincidência que os Estados Unidos tenham transferido equipamentos nucleares para a Coreia do Sul e para a região e efectuado exercícios militares para procurar uma oportunidade de invadir a Coreia do Norte", acrescentou o jornal.
Terça-feira, em Washington, Obama manifestou a sua firmeza face aoaplicação firme das sanções aprovadas pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas contra a Coreia do Norte, em particular as que visam carregamentos com destino ou provenientes da Coreia do Norte.
Nos últimos meses assistiu-se a uma nova escalada da Coreia do Norte, possivelmente o país mais fechado do mundo. E isso culminou quando o regime de Pyongyang lançou mais um desafio à comunidade internacional realizando no dia 25 de Maio o seu segundo teste nuclear desde 2006, o que foi condenado pelas Nações Unidas.


Ludimila Rodrigues.