terça-feira, 30 de junho de 2009

Jornalista Roberto Cabrini

"é necessário ousadia mas com responsabilidade para fazer as melhores reportagens" diz o jornalista Roberto Cabrini.



Francisco Roberto Cabrini é um jornalista de televisão brasileiro. Foi correspondente internacional da Rede Globo em Londres e Nova York, ganhou os principais prêmios como repórter investigativo (APCA, Líbero Badaró, Imprensa e Vladimir Herzog) e cobriu seis guerras.
Após passagem pelo SBT, novo retorno à Globo e passagem pela Band, Cabrini hoje é contratado da Rede Record.
Começou aos 16 anos de idade em uma rádio do interior de São Paulo e, aos 17, foi contratado pela TV Globo como o repórter mais jovem do telejornalismo de rede do país.
Em 28 anos de carreira, Roberto Cabrini cobriu seis guerras internacionais (Afeganistão, Iraque, Palestina, Camboja, Caxemira e Haiti); participou de cinco Olimpíadas e cinco Copas do Mundo; foi correspondente por oito anos - quatro deles em Londres e quatro em Nova York - além de realizar coberturas em mais de 50 países. Fez uma entrevista exclusiva com o ex Secretario do Tesouro do governo Fernando Collor, Paulo Cesar Farias, em Londres.
Também foi Roberto Carini quem noticiou, ao vivo, pela TV Globo, o óbito do piloto Ayrton Senna em maio de 1994. Cabrini cobria o GP de fórmula 1 de Ímola, na Itália, e foi a Bologna acompanhar a sequencia dos fatos e entrou em plantão ao vivo para noticiar o fato, dizendo: "Morreu Ayrton Senna da Silva. Uma notícia que a gente nunca gostaria de dar. Morreu Ayrton Senna da Silva.".
Atualmente o jornalista Roberto Cabrini está trabalhando na Rede Record, realizando as reportagens investigativas para seu programa Reportér Record. Roberto Cabrini diz que é necessário ousadia mas com responsabilidade para fazer as melhores reportagens. Ousadia e responsabilidade pautam o trabalho do jornalista.




Ludimila Rodrigues.

Condições básica para o trabalho do Jornalista Investigativo


Para que um jornalista investigativo consiga cumprir a sua função social, ou seja, mostre à sociedade as moléstias que as debilitam, são necessários quatro elementos básicos: que as instituições estatais garantam que as moléstias expostas sejam sanadas; que o repórter trabalhe num contexto social democrático; que o repórter, durante o processo investigativo, trabalhe sob a égide da ética; e, por fim, que as empresas de comunicação em uma situação econômica estável, independam de instituições públicas e privadas.
O jornalismo investigativo se propõe a reconstituir acontecimentos importantes, expor injustiças, informar os eleitores sobre política, principalmente sobre suas intenções e atuação, promover reformas, desmascarar fraudes, divulgar o que os poderes públicos querem ocultar, mostrar como funcionam esses organismos.
Para que o material jornalístico possa ser considerado uma investigação, terão de ser cumpridos três requisitos:

1. Que a investigação seja resultado do trabalho do jornalista e não elaborado por outros profissionais;

2. Que o objeto da investigação seja realmente importante para uma grande parte da população e não apenas para os interesses de um grupo com especial curiosidade;

3. Que os investigados tentem esconder os dados do público.
Ludimila Rodrigues.

História do Jornalismo Investigativo


No início do século XX, o repórter era a nova figura do jornalismo, já no final do século, o jornalista investigador foi sintetizado a mítica da profissão construída pelos próprios jornalistas.
Nos anos de 1950/1960 o ponto de vista da construção do jornalista como comunidade interpretativa, era importante para mostrar o jornalismo como lugar natural da objetividade.O jornalismo investigativo “objetivo, imparcial e neutro”, foi enfatizado a partir dos anos 1970, sendo favorecido pelos limites impostos durante o período militar, uma vez que se distanciar da opinião passou a ser uma espécie de prerrogativa, muitas das vezes, para a própria sobrevivência.


"Cinco homens presos na noite de 16/6/72 tentando instalar aparelhos eletrônicos de espionagem no comitê do Partido Democrata, no Edifício Watergate, em Washington. Investigando o caso, os dois jornalistas chegam à Casa Branca. Em março de 73, James McCord, um dos cinco detidos, rompe o silêncio e envia ao juiz John Sirica uma carta repleta de acusações. MaCord era da CIA e coordenador do comitê para reeleição de Nixon. A partir desta carta, a insistente investigação dos dois reportes começou a ganhar credibilidade. Em 74, renúncia de Nixon, sob ameaça de acusação pública. *LOPES, Dirceu F. e Proença (org) Jornalismo Investigativo. SP, Publisher do Brasil 2002)"



Ludimila Rodrigues.

Jornalismo Investigativo

Ainda que o termo “jornalismo investigativo” - tradução de investigative jornalism, termo usual entre os norte-americanos - seja amplamente usado e aceito entre os profissionais da imprensa norte-americana, no Brasil ele ainda encontra resistência nos veículos de comunicação impressos. Para muitos profissionais, tanto das gerações mais velhas quanto das mais jovens, o termo é redundante, pois todo jornalismo pressupõe uma investigação.
O jornalismo investigativo (ou investigação) se destaca por transmitir informações sobre más condutas que atinjam o interesse público, resultando as “denúncias”, do trabalho dos reportes e não mais das informações “vazadas” para as redações. Porém, ele não se diferencia do jornalismo interpretativo pelo formato do texto ou pela apresentação gráfica da reportagem, mas pelo processo de trabalho profissional, pelas táticas que ele utiliza na fase de averiguação.
O fato de um texto jornalístico conter estatísticas, cifras, porcentagens econômicas, documentação e declarações, não o define como Jornalismo Investigativo, já que todas essas informações podem ter sido obtidas de uma fonte oficial, extraída de documentação ou entregue em forma de press-release (na prática, uma declaração pública oficial e documentada do assessorado). O texto jornalístico, só se tranforma em jornalismo investigativo quando o repórter utiliza técnicas e estratégias peculiares, que não fazem parte da rotina dos jornalistas da atualidade, e quando torna público acontecimentos que grupos de poder querem esconder da sociedade.
O crescimento do joralismo investigativo se deve, não só ao jornalista investigador, mas também a um grupo de pessoas que contribuem para que estes tenham acesso às informações, bem como ao estimulo dado a ele. Como por exemplo, a entrega de prêmios por matérias que demostrem as melhores capacidades investigatórias e apresentação dos fatos.
Na verdade, o jornalismo investigativo pode ser proveitoso para a sociedade, todavia, por vezes, torna-se conflitante com os objetivos da administração pública e se sobrepõe aos valores do particular, esbarrando no conceito moral e ética.




Ludimila Rodrigues.

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Não fui eleito para limpar as lixeiras da Casa, diz Sarney


"Quero dizer à Casa que fique tranquila. Ninguém vai acobertar ninguém. Vamos punir. Estamos fazendo isso. Já abrimos inquéritos, colocamos na Justiça. Abrimos sindicância para apurar estes fatos", afirmou o presidente do Senado.

O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), afirmou nesta segunda-feira (22) que não foi eleito para "limpar as lixeiras da Casa", mas para presidi-la politicamente. A afirmação foi feita em resposta ao discurso do senador Arthur Virgílio (PSDB-AM), que atacou ex-diretores e cobrou atitudes de Sarney.
"Julguei que fosse eleito presidente para presidir politicamente a Casa e não para ficar submetido a cuidar da despensa da Casa ou para limpar as lixeiras da cozinha da Casa", disse Sarney.
O peemedebista disse que estão sendo tomadas medidas para resolver a crise do Senado e garantiu que ninguém será "acobertado". Desde o início da atual legislatura, Casa já foi alvo de 18 denúncias.
"Quero dizer à Casa que fique tranquila. Ninguém vai acobertar ninguém. Vamos punir. Estamos fazendo isso. Já abrimos inquéritos, colocamos na Justiça. Abrimos sindicância para apurar estes fatos", afirmou o presidente do Senado.
O presidente da Casa destacou que os ex-diretores Agaciel Maia e João Carlos Zoghbi foram afastados por ele logo após o surgimento de denúncias. Enfatizou também o inquérito da Polícia do Senado que indiciou Zoghbi por supostas fraudes em convênios para a realização de empréstimos consignados para servidores da Casa.
Ele enfatizou a abertura de sindicâncias para apurar o escândalo dos atos secretos. Ressaltou também a auditoria externa e o pente-fino que, segundo ele, será feito na folha de pessoal da Casa. Disse também que um "portal da transparência" divulgará todos os dados relativos a gastos na Casa.

Ludimila Rodrigues.

domingo, 21 de junho de 2009

Após empate, cidade americana decide eleição em jogo de cartas

Fonte: g1, planeta bizarro

'Que jeito de ganhar --ou perder-- uma eleição', disse McGuire. Constituição permite que eleição seja decidida em jogo de azar.


A cidade de Cave Creek, no estado do Arizona (EUA), gosta de manter a tradição. E, por isso, após o empate na eleição para uma cadeira para a Câmara de Vereadores, a vaga foi decidida em um jogo de cartas, segundo o jornal "New York Times". Adam Trenk, de 25 anos, ficou com a vaga na Câmara Municipal de Cave Creek, após tirar um rei de copas, enquanto seu adversário, Thomas McGuire, de 64, conseguiu um seis de copas. O juiz George Preston foi o responsável por embaralhar o baralho --fez isso seis vezes.
A cidade de Cave Creek, que tem por volta de 5 mil habitantes, não tinha conseguido definir um vencedor entre Trenk e McGuire no pleito tradicional. Depois de uma recontagem, cada um recebeu 660 votos. Por isso, a cidade optou pela tradição para escolher o futuro vereador.
"Que jeito de ganhar --ou perder-- uma eleição", disse McGuire.
O cantor de música country Marshall Trimble é uma das pessoas favoráveis ao método utilizado para decidir o pleito. "Somos muito ligados às nossas raízes, ou pelo menos nós gostamos de pensar assim", afirmou ele.
Segundo o "New York Times", a constituição do estado permite que uma eleição seja decidida em um jogo de azar. Além disso, os dois candidatos concordaram com um jogo de cartas.



Ludimila Rodrigues.

Coreia do Norte acusa Presidente dos Estados Unidos de fomentar uma guerra nuclear

Fonte: Publico
A Coreia do Norte acusou hoje o Presidente Barack Obama de fomentar uma guerra nuclear contra ela, ao reafirmar o compromisso com Seul, noticia a imprensa estatal de Pyongyang. desafio nuclear lançado pela Coreia do Norte à comunidade internacional, bem como o seu compromisso em garantir a segurança do grande aliado sul-coreano.
Obama garantiu igualmente que zelará por uma
Obama e o seu aliado sul-coreano, o Presidente Lee Myung-bak, "tentam desencadear uma guerra nuclear", escreveu o semanário norte-coreano "Tongil Sinbo", na sua edição de hoje, na primeira resposta oficial à cimeira Estados Unidos-Coreia do Sul da semana passada.
"Não é uma coincidência que os Estados Unidos tenham transferido equipamentos nucleares para a Coreia do Sul e para a região e efectuado exercícios militares para procurar uma oportunidade de invadir a Coreia do Norte", acrescentou o jornal.
Terça-feira, em Washington, Obama manifestou a sua firmeza face aoaplicação firme das sanções aprovadas pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas contra a Coreia do Norte, em particular as que visam carregamentos com destino ou provenientes da Coreia do Norte.
Nos últimos meses assistiu-se a uma nova escalada da Coreia do Norte, possivelmente o país mais fechado do mundo. E isso culminou quando o regime de Pyongyang lançou mais um desafio à comunidade internacional realizando no dia 25 de Maio o seu segundo teste nuclear desde 2006, o que foi condenado pelas Nações Unidas.


Ludimila Rodrigues.

Governo prepara mais cortes no Orçamento

Fonte: O tempo


Resultado fiscal reduz a margem para concessão de novos benefícios fiscais e eleva preocupação sobre alta das despesas públicas.

Consequência da crise econômica, a queda da arrecadação federal de impostos no mês passado superou as expectativas do governo e provocará novas discussões internas sobre cortes nos gastos públicos programados para este ano.
Segundo o ministro Paulo Bernardo (Planejamento), a receita tributária de maio, de R$ 49,8 bilhões conforme dados divulgados anteontem, ficou R$ 3 bilhões abaixo do previsto na revisão de estimativas orçamentárias feita logo após o segundo bimestre -valor semelhante a, por exemplo, toda a verba reservada ao Senado Federal até dezembro.
O revés foi inesperado porque, naquela revisão, a estimativa para a arrecadação total de 2009 já havia sido reduzida em R$ 60 bilhões, ou um Ministério da Saúde inteiro. Contava-se, a partir daí, com uma recuperação gradual da economia e da receita. "Trabalhamos com esse cenário em maio, e não deu certo", disse Bernardo.
Reduziu-se a margem para a concessão de novos benefícios fiscais destinados a estimular a economia, e voltou a preocupação com o aumento das despesas, tida como superada depois da decisão de abrandar as metas da política fiscal.
Questionado se podem ser afetados os reajustes salariais do funcionalismo prometidos para o segundo semestre, o ministro foi lacônico: "Tudo está em análise". O tema é politicamente delicado, uma vez que os sindicatos dos servidores estão entre as principais bases políticas do PT.


Ludimila Rodrigues.

Sarney compara Congresso à imprensa

Fonte: O tempo


"Muitas vezes só se fala nos defeitos do Poder Legislativo. Agora, por que se fala muito mais dos defeitos do Poder Legislativo? Porque, dos três Poderes, é o único que decide com o povo influindo", disse Sarney.


Um dia depois de ir a plenário tratar das denúncias de ter parentes nomeados para cargos públicos por meio de ato secretos, o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), defendeu o Congresso e fez referências a benefícios que também foram dados à imprensa.
"Muitas vezes só se fala nos defeitos do Poder Legislativo. Agora, por que se fala muito mais dos defeitos do Poder Legislativo? Porque, dos três Poderes, é o único que decide com o povo influindo", disse Sarney, no laamento de uma campanha de aproximação do Legislativo com o povo -"O Congresso faz parte da sua história".
Estavam presentes o atual diretor-geral do Senado, Alexandre Gazineo e o ex-presidente do Senado, Garibaldi Alves (PMDB-RN), além de integrantes das mesas diretoras.
O peemedebista partiu da instituição do Congresso americano, ainda no século 18, para dizer que foram dadas vantagens aos parlamentares para que eles tivessem liberdade frente ao governo. O exemplo citado foi o auxílio-moradia.
Em seguida, Sarney afirmou que a imprensa também recebeu atenção semelhante. "Da mesma maneira, foi dada à imprensa algumas vantagens, também, para que o governo não pudesse fazer [pressão]. Não pagar impostos, ter isenção de direitos para importação de papéis", afirmou ele.
Sarney disse também que a crise não é do Parlamento brasileiro, mas "dos Parlamentos do mundo inteiro". Abusos "intoleráveis" foram cometidos, diz ele, a partir das vantagens dadas a deputados e senadores. "Temos que responder a isso e procurar, de toda maneira, que nós, nestes novos tempos, tenhamos condições de corrigir todos esses erros e fazer com que o povo não olhe o parlamento pelos seus defeitos."
O presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), também saiu em defesa do Congresso. "O Poder Legislativo, não falo de seus membros, falo da instituição, é fundamental para a democracia."
Mais tarde, em plenário, Temer ouviu a leitura de um texto crítico a Sarney do deputado Paulo Rubem Santiago (PDT-PE). Temer afirmou que é uma posição pessoal, e não da Casa.
A campanha laada pelo Congresso é composta por inserções na TV e em rádios públicas que tratam de projetos de relevo aprovados pelo Congresso nos últimos anos, como a Lei Maria da Penha e o Código de Defesa do Consumidor.
Nas peças, há pessoas que relatam experiências vividas a partir das leis. Segundo a secretaria de comunicação do Senado, a campanha foi planejada em março e toda feita pela estrutura da Casa.

Ludimila Rodrigues.

Dólar fica fora do documento final da cúpula do Bric

Fonte: O tempo


ECATERIMBURGO, Rússia. O rascunho do documento final da primeira reunião do Bric, sigla criada em 2001 pelo banco de investimentos Goldman Sachs para se referir aos países emergentes Brasil, Rússia, Índia e China, não faz menção ao papel do dólar ou da criação de uma moeda supranacional de reserva, um dos principais temas do encontro.
Entretanto, o grupo defende no texto sua maior participação em instituições financeiras internacionais e um sistema monetário diversificado, estável, previsível.
A primeira cúpula presidencial dos Brics foi realizada em Ecaterimburgo, cidade na parte asiática da Rússia, onde o último czar russo foi executado em 1918. No encontro, previsto para durar apenas quatro horas, o presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, o chinês, Hu Jintao, o russo, Dmitri Medvedev, e o primeiro ministro indiano, Manmohan Singh, discutiram temas relacionados à crise econômica global.
As quatro maiores economias emergentes do mundo atuarão de forma coordenada na reforma do sistema financeiro internacional. A estratégia visa reforçar a posição dos quatro países, em especial a próxima reunião do G20, marcada para setembro, nos Estados Unidos. Antes disso, porém, será implementada no encontro dos sete países mais ricos mais a Rússia (G8), em julho.
O anúncio da cooperação foi formalizado na declaração oficial do evento e reafirmado em entrevistas concedidas por líderes políticos do bloco. "Nós queremos cooperar estreitamente entre nós e com outros parceiros para garantir maior progresso da ação coletiva na próxima Cúpula do G20", informou documento.


O texto é conclusivo sobre as pretensões dos quatro: "As economias emergentes e em desenvolvimento devem ter maior voz nas instituições financeiras internacionais, e seus líderes e diretores devem ser designados por meio de processos de seleção abertos, transparentes e baseados em méritos."
Ludimila Rodrigues.

Obama desbanca ícones e é eleito o mais estiloso

Fonte: O globo

"Barack Obama possui um enorme senso de estilo, o que sem dúvida aumenta sua popularidade", disse Jonathan Heilbron, presidente da marca de camisas de luxo britânica Thomas Pink, que se encarregou da pesquisa.



SYDNEY (Reuters) - Brad Pitt foi deixado de lado. O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, derrotou todos os ícones masculinos de costume em uma pesquisa que o elegeu o homem mais estiloso do mundo. O presidente de 47 anos venceu uma pesquisa com 3.000 homens após impressionar as pessoas ao redor do mundo com seus ternos e vestuário. O ator Brad Pitt veio em 2o lugar, elogiado por sua capacidade de estar elegante de terno ou de jeans. O terceiro na lista da pesquisa, feita pela OnePoll.com, foi o jogador de futebol britânico David Beckham, cujo estilo fez dele um dos homens mais fotografados do mundo e o rosto - e corpo - da campanha de roupas íntimas da Giorgio Armani. O ator Daniel Craig, estrela de James Bond, foi votado em 4o, seguido do ator norte-americano Al Pacino. Completam os "10 mais" os atores George Clooney, Bill Nighy, Clint Eastwood e Will Smith, assim como o pintor e cineasta Andy Warhol.


Ludimila Rodrigues.

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Queda do Diploma de Jornalismo


Por 8 votos a 1, os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiram na sessão desta quarta-feira (17) que o diploma de jornalismo não é obrigatório para exercer a profissão. Votaram contra a exigência do diploma o relator Gilmar Mendes e os ministros Carmem Lúcia, Ricardo Lewandowski, Eros Grau, Carlos Ayres Britto, Cezar Peluso, Ellen Gracie e Celso de Mello. Marco Aurélio defendeu a necessidade de curso superior em jornalismo para o exercício da profissão. Os ministros Joaquim Barbosa e Carlos Alberto Menezes Direito não estavam presentes na sessão.
Para o relator, danos a terceiros não são inerentes à profissão de jornalista e não poderiam ser evitados com um diploma. Mendes acrescentou que as notícias inverídicas são grave desvio da conduta e problemas éticos que não encontram solução na formação em curso superior do profissional. Mendes lembrou que o decreto-lei 972/69, que regulamenta a profissão, foi instituído no regime militar e tinha clara finalidade de afastar do jornalismo intelectuais contrários ao regime.
Sobre a situação dos atuais cursos superiores, o relator afirmou que a não obrigatoriedade do diploma não significa automaticamente o fechamento dos cursos. Segundo Mendes, a formação em jornalismo é importante para o preparo técnico dos profissionais e deve continuar nos moldes de cursos como o de culinária, moda ou costura, nos quais o diploma não é requisito básico para o exercício da profissão.
Mendes disse ainda que as próprias empresas de comunicação devem determinar os critérios de contratação. "Nada impede que elas peçam o diploma em curso superior de jornalismo", ressaltou.
Seguindo voto do relator, o ministro Ricardo Lewandowski enfatizou o caráter de censura da regulamentação. Para ele, o diploma era um "resquício do regime de exceção", que tinha a intenção de controlar as informações veiculadas pelos meios de comunicação, afastando das redações os políticos e intelectuais contrários ao regime militar.
Já Carlos Ayres Britto ressaltou que o jornalismo pode ser exercido pelos que optam por se profissionalizar na carreira ou por aqueles que apenas têm "intimidade com a palavra" ou "olho clínico".O ministro Celso de Mello afirmou que preservar a comunicação de ideias é fundamental para uma sociedade democrática e que restrições, ainda que por meios indiretos, como a obrigatoriedade do diploma, devem ser combatidas.O único voto contrário no julgamento foi dado pelo ministro Marco Aurélio. Ele alegou que a exigência do diploma existe há 40 anos e acredita que as técnicas para entrevistar, editar ou reportar são necessárias para a formação do profissional. "Penso que o jornalista deve ter uma formação básica que viabilize a atividade profissional que repercute na vida dos cidadãos em geral", afirmou.



Ludimila Rodrigues.

Escola nos EUA comete gafe e mostra filme pornô para alunos

Fonte: G1, planeta bizarro

“Nós vamos fazer todos os esforços para descobrir quem foi o responsável por esse ato desprezível” afirmou Robert Marchi, diretor da escola.

Em vez de um filme com os “Jonas Brothers”, crianças de uma escola primária de Nova York, nos EUA, acabaram assistindo a cenas de um vídeo pornô, segundo reportagem do jornal “New York Post”.
As crianças foram submetidas a 45 segundos de um filme pornográfico antes que um professor, horrorizado, desligasse o aparelho de DVD.
Inicialmente, os pais dos alunos tinham sido informados que o aparelho de DVD havia sido desligado antes de o filme começar a ser mostrado.
No entanto Rona Easton, mãe de um aluno, disse ao jornal que seu filho contou para um amigo que viu uma mulher nua na escola.
Alunos de cinco turmas haviam se reunido em um auditório para assistir a “Camp Rock”, um filme estrelado pelos integrantes da banda “Jonas Brothers”.
O diretor Robert Marchi considerou o incidente extremamente perturbador para os estudantes e os membros da escola. Ele disse ter ficado “profundamente triste” com o episódio.


Ludimila Rodrigues.

Piloto morre, e avião consegue pousar nos EUA

Fonte: G1, mundo- notícia

Voo 61 da Continental Airlines vinha de Bruxelas, na Bélgica. Pouso, em segurança, ocorreu no aeroporto de Newark, nos EUA.


Um Boeing 777 da Continental Airlines pousou em segurança nesta quinta-feira (18) depois que o piloto morreu em pleno voo.O pouso foi feito pelo co-piloto e por outro piloto que estava a bordo. Ele ocorreu no horário marcado, pouco antes das 12h locais (13h de Brasília).
O voo 61 havia partido de Bruxelas, na Bélgica, às 9h54 locais (4h54 de Brasília) rumo ao aeroporto de Newark, em Nova Jersey, com 247 pessoas a bordo, segundo a empresa.O piloto, de 61 anos, morreu no meio do caminho, aparentemente de causas naturais.O copiloto e outro piloto que estava a bordo assumiram o controle do avião depois da morte, segundo uma porta-voz da FAA (Administração Federal de Aviação).Eles receberam toda a assistência do aeroporto para realizar o pouso. Para facilitar o trabalho, os controladores de voo "limparam" o espaço aéreo local, desviando outras aeronaves que deveriam pousar em Newark naquela hora.A passageira Martha Love, de Greenwich, Nova Jersey, disse que os passageiros não foram avisados do ocorrido. "Ninguém sabia", ela disse.Ela afirmou que só ficou preocupada depois do pouso, quando notou que havia caminhões de bombeiro e carros de emergência esperando pelo avião.Outro passageiro relatou que a tripulação perguntou se havia médicos a bordo.De acordo com a empresa, o piloto, cuja identidade não foi revelada, era funcionário da companhia havia 21 anos e ficava baseado em Newark.



Ludimila Rodrigues.

No Cazaquistão, Lula defende Sarney e faz críticas a imprensa


“Não li a reportagem do presidente Sarney, mas penso que ele tem história no Brasil suficiente para que não seja tratado como se fosse uma pessoa comum” disse o presidente Lula.


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou nesta quarta-feira (17) a sequência de denúncias de irregularidades que atinge o Senado e defendeu o presidente da Casa, José Sarney, que discursou na terça-feira (16) para refutar acusações de uso de atos secretos para nomeação de parentes."Eu sempre fico preocupado quando começa no Brasil esse processo de denúncias, porque ele não tem fim, e depois não acontece nada", disse Lula, pouco antes de embarcar de Astana, no Cazaquistão, onde realizava a última etapa de sua turnê pela Europa e pela Ásia Central. “Não li a reportagem do presidente Sarney, mas penso que ele tem história no Brasil suficiente para que não seja tratado como se fosse uma pessoa comum”, completou o presidente.
Lula demonstrou não acreditar nas denúncias recentes sobre as contratações secretas no Senado, criticou o "processo de denuncismo" e afirmou que não sabe "a quem interessa enfraquecer o Poder Legislativo".


Investigação (dados extraidos do site abril.com)

O presidente disse que é importante investigar o que houve, inclusive para saber a quem poderia interessar desestabilizar o Senado. “Essa história tem que ser mais bem explicada. Não sei a quem interessa enfraquecer o Poder Legislativo no Brasil. Mas penso o seguinte: quando tivemos o Congresso Nacional desmoralizado e fechado foi muito pior para o Brasil, portanto é importante pensar na preservação das instituições e separar o joio do trigo. Se tiver coisa errada, que se faça uma investigação correta.”
Ele disse também que o governo não teme ser prejudicado pelas denúncias sobre o Senado. “Todos os senadores, a começar do presidente Sarney, têm responsabilidade de dirigir o destino do país, ou seja do Congresso Nacional, vamos esperar que essas coisas se resolvam logo”, acrescentou.

Desgaste
Para o presidente, as denúncias podem acabar cansando a população. “O que não se pode é todo dia você arrumar uma vírgula a mais, você vai desmoralizando todo mundo, cansando todo mundo, inclusive a imprensa corre o risco. Porque a imprensa também tem que ter a certeza de que ela não pode ser desacreditada porque, na hora em que a pessoa começar a pensar 'olha, eu não acredito no Senado, não acredito na Câmara, não acredito no Poder Executivo, no STF, também não acredito na imprensa', o que vai surgir depois?”, questionou.
Ludimila Rodrigues.

terça-feira, 16 de junho de 2009

Obama sublinha "interesses mútuos" entre a América e o mundo muçulmano


“O ciclo de discórdia deve acabar”, disse o Presidente, na Universidade do Cairo. “O ciclo de discórdia deve acabar”, disse o Presidente, na Universidade do Cairo.


Entre citações do Corão, de antigos presidentes como Thomas Jefferson, Obama sublinhou a necessidade das relações entre a América e o mundo muçulmano serem baseadas nos interesses comuns. "Devemos focar-nos no que nos aproxima e não o que nos separa”.
“O ciclo de discórdia deve acabar”, disse o Presidente, na Universidade do Cairo. Embora admitindo que o discurso dirigido ao mundo muçulmano feito a partir do Egipto criou muita expectativa, “um discurso apenas não pode fazer a mudança da noite para o dia”, alertou.
Mas o que pretende é um novo começo. Um começo que permita avanços nos interesses que americanos e muçulmanos partilham. “Temos responsabilidade de nos juntar para um mundo em que os extremistas não ameacem os nossos povos, que as tropas americanas regressem, um mundo em que israelitas e palestinianos estejam seguros cada um no seu estado, em que a energia nuclear seja usada para fins pacíficos, um mundo em que os governos sirvam os seus cidadãos, e em que os direitos dos filhos de Deus sejam respeitados. Estes são os nossos interesses mútuos. Este é o mundo que queremos. Mas só conseguiremos atingi-lo juntos”.
Antes, Obama falou da sua história pessoal – “um cristão cujo pai veio do Quénia e cuja família incluiu gerações de muçulmanos” e da “dívida da civilização do islão”, mencionando o “conhecimento que permitiu a Renascença europeia”, álgebra, etc. “E demonstrou por palavras e por acções a possibilidade de paz e de unidade racial”.
A América deve ainda começar a olhar para o islão pelo que ele é não pelo que não é, disse Obama, recebendo aplausos. Mas “deve aplicar-se o mesmo princípio à percepção que os muçulmanos têm da América”.


O islão como parte da América

O Presidente americano sublinhou ainda que o islão tem lugar na América, lembrando que o primeiro país a reconhecer os EUA foi Marrocos, mencionando o número de muçulmanos americanos (7 milhões), recordando que o primeiro muçulmano eleito para o Congresso (que fez o juramento sobre o Corão de Jefferson) e o facto de haver pelo menos uma mesquita em todos os estados da América, e um total de 200 no país. “Não há dúvidas: o islão é parte da América”.
Obama falou do mundo interdependente e dos exemplos da crise financeira ou da gripe para mostrar como uma acção num país afecta muitos outros, passou para o exemplo do extremismo. “Temos de confrontar o extremismo violento em todas as suas formas”, disse, garantindo no entanto que “a América não está nem nunca esteve em guerra com o islão”. Sublinhou que no 11 de Setembro foram mortas mais de 3 mil pessoas inocentes – e citou o Corão: “Quem mata um inocente é como se matasse toda a humanidade”.
Mas “a fé de muitos é muito maior do que o extremismo de muitos”, garantiu o Presidente americano.


Afeganistão, Iraque e Israel

Obama falou ainda das guerras no Afeganistão, uma guerra de necessidade e não de escolha, e da guerra do Iraque, uma guerra escolhida.
Em relação ao conflito israelo-palestiniano, Obama tanto referiu a ligação inquebrável entre EUA e Israel como sublinhou que o seu direito a existir está “enraizado numa perseguição que não pode ser negada” como afirmou também que é inegável “o sofrimento dos palestinianos, as humilhações diárias que vêm com a ocupação”. Obama repetiu que a única solução aceitável são dois estados. Aos palestinianos recordou, nomeando o Hamas, a responsabilidade de reconhecer acordos passados e a existência de Israel; aos israelitas afirmou que a continuação da expansão dos colonatos não é aceitável para os EUA.
Quanto às armas nucleares, Obama referiu o contencioso entre o Irão e os EUA, lembrando que os EUA derrubaram um “líder democraticamente eleito no país” – não se esquecendo de referir, claro, as acções iranianas contra os EUA. Mas com a nova abertura americana, o Irão que se definiu durante muitos anos pela sua oposição à América deveria definir-se agora não pelo que está contra, mas pelo futuro que quer.
Quanto ao nuclear, os países têm direito a programas nucleares pacíficos “desde que sigam as regras do Tratado de Não Proliferação”.


Democracia e direitos das mulheres

O Presidente americano falou ainda de democracia (tentado um equilíbrio entre a defesa da democracia e dos direitos humanos e não mencionar a falta de ambos no regime do país que o acolheu). Ao contrário do seu antecessor, George W. Bush, Obama diz que nenhum país pode impor a democracia a outro. “Mas isso não diminui o meu compromisso de apoio a regimes em que o povo escolhe os seus líderes”.
O que define uma democracia não são apenas as eleições, continuou, mas o respeito pela lei, a liberdade de expressão, a transparência do Governo, a liberdade individual.
A liberdade religiosa foi outro dos pontos do discurso. Obama lembrou a tradição do islão neste aspecto, na Andaluzia muçulmana da Idade Média ou na Indonésia onde viveu em criança, e manifestou preocupação por uma tendência de alguns muçulmanos “definirem a sua fé pela rejeição das outras”.
Para terminar, Obama falou sobre os direitos das mulheres: “não acredito que uma mulher que use véu não seja igual, mas acredito que uma mulher a quem é negada educação não é igual”.
Em conclusão: “os povos do mundo podem viver juntos em paz. Sabemos que essa é a visão de Deus. Agora, esse tem de ser o nosso trabalho aqui na Terra.” E o Presidente terminou: “Obrigado. E que a paz de Deus esteja convosco”. (Publico)



Ludimila Rodrigues.

Equipe prepara Lula para possibilidade de PIB ruim



"O PIB (Produto Interno Bruto) do primeiro trimestre será negativo, isso todo mundo sabe. Pode haver um impacto político e psicológico, mas a percepção do governo é que há um ajuste na economia, que a inflação está sob controle", disse uma fonte palaciana.


São Paulo - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi alertado pela equipe econômica para a possibilidade de retração mais forte da economia no primeiro trimestre. Lula confia na recuperação da atividade e sabe que, neste momento, o que está sendo avaliado é um resultado "olhado pelo retrovisor", defasado.
"O presidente está tranquilo em relação a esse resultado e à reunião do Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central) porque o que se vive é um processo consistente de queda de taxa de juros", disse uma fonte. A diretoria do Banco Central (BC) se reúne hoje e amanhã para discutir um novo corte na taxa Selic, atualmente de 10,25% ao ano.
A queda da atividade econômica no primeiro trimestre, que será anunciada hoje pelo IBGE, no entanto, reforça as pressões para que o BC seja mais ousado e faça um corte superior ao 0,75 ponto porcentual defendido majoritariamente pelo mercado financeiro. Embora a redução dos juros, agora, tenha pouco efeito na atividade este ano, os que defendem uma atitude mais ousada do BC acreditam que seria a oportunidade de trabalhar positivamente as expectativas dos agentes econômicos.
Na medida em que a diretoria do BC sinaliza que não identifica um risco sério à inflação nos próximos meses, seria possível gerar um otimismo em relação ao futuro, desencadeando um movimento de novas decisões de investimento e de consumo. Essa análise considera que ainda é lenta a recuperação da indústria e isso preocupa, apesar de os dados sobre volume de crédito e de consumo das pessoas físicas sejam favoráveis.
"O PIB (Produto Interno Bruto) do primeiro trimestre será negativo, isso todo mundo sabe. Pode haver um impacto político e psicológico, mas a percepção do governo é que há um ajuste na economia, que a inflação está sob controle", disse uma fonte palaciana. Uma informação adicional que será considerada na reunião do Copom foi a decisão do governo de reduzir o preço do diesel. "Os preços estão baixando. Não há pressão de inflação. Ao contrário, as estimativas colocam a inflação dentro da meta deste ano", disse ainda um assessor econômico.
O presidente Lula, segundo essa fonte, está tranquilo porque sabe que o País vive, neste momento, um ambiente favorável com a economia ajustada e a inflação sob controle. "O País precisa se preparar para conviver com um novo patamar para as taxas de juros", acrescentou.
No entanto, todos no governo sabem que a decisão da diretoria do BC é técnica. "O Banco Central vai decidir tecnicamente. Se entender que deve cortar em um ponto, fará isso. Se identificar motivos para um corte menor, fará o corte menor" , reconheceu um assessor. Mesmo assim, as apostas estão lançadas. "Poderíamos prever que a decisão do BC poderia estar entre um corte entre 0,75% e 1,25%".
A tranquilidade e a confiança do presidente Lula de que a trajetória de queda das taxas de juros não será interrompida está ancorada na certeza de que a fase mais dramática para a economia já passou. "O País está saindo bem da crise; isso é importante. Em relação aos juros, a decisão é do Banco Central. Não se baixa os juros no tacape", disse ainda uma fonte do Planalto. (informações: estadão.com.br)


Ludimila Rodrigues.

'A crise é do Senado, não é minha', diz Sarney


"A crise do Senado não é minha. A crise é do Senado. É essa instituição que nós devemos preservar. Ninguém tem mais interesse nisso do que eu, aceitei ser presidente da Casa." diz José Sarney em sua defesa.

Em discurso em plenário de 33 minutos, o presidente do Senado José Sarney (PMDB-AP) isentou-se no dia 16 deste mês (maio), de responsabilidade sobre a grande quantidade de escândalos envolvendo menbros da casa.
Ele afirmou que nos quatro meses do seu mandato atual na presidência do Senado só trabalhou para resolver os problemas administrativos da Casa.
Sarney afirmou que nunca teve antes seu nome envolvido em qualquer escândalo em seus 60 anos de vida pública. “Não seria agora na minha idade que eu iria praticar qualquer ato menor, que eu nunca pratiquei na minha vida. Assisti muitos escândalos e momentos de crise e em nenhum momento meu nome esteve envolvido”.
Fazendo um discurso duro, Sarney se emocionou ao mencionar a doença de sua filha Roseana Sarney (PMDB-MA), governadora do Maranhão. No início do mês, Roseana foi submetida a uma cirurgia de clipagem (fechamento) de um aneurisma cerebral. O procedimento foi realizado com “sucesso”, segundo boletim divulgado após a cirurgia, que durou quatro horas.
Segundo Sarney, foi este problema que o impediu de dar dedicação integral ao Senado até agora. "Deus está me exigindo penitência destas coisas que eu tenho que falar agora, mas muito maior foi sua graça com a recuperação da melhor coisa que eu fiz da minha vida".

"É injustiça do país julgar um homem como eu, de postura austera, família bem composta, que nunca aqui encontrou na minha parte sempre se não um gesto de cordialidade. Nunca neguei um voto, não ser no sentido de avançarmos." diz o presidente do Senado José Sarney.

Ludimila Rodrigues